Nico, 1988

O filme em cartaz no Belas Artes leva a vida da cantora à sala de cinema. Artista com seus maiores defeitos – como o vício em heroína – e maiores qualidades – como o amor ao filho e à música. Aquela busca pela perfeição e o aparente descontrole do presente dá ao longa-metragem um toque a mais que outros sobre estrelas do show business. O filme não é nem um pouco didático. Se quiser descobrir a história de Nico, vá ao Google. No cinema, você vai ver um pequeno extrato da essencialidade dela. Prova disso é o fim do filme. Sugiro que não pesquise sobre essa pop star sem antes assistir à essa humilde, porém verdadeira, obra cinematográfica. A figura do produtor, a racionalidade rejeitada, tem peso preponderante no processo de reflexão. Nem tudo vale a pena quando a vida é pequena.


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